Sobre Mim
Uma história de resistência, propósito e a coragem de transformar dor em missão.
A História
Por mais de 30 anos, Selma Serodio sentou do outro lado da mesa do Banco do Brasil — mais de 20 deles como gerente. Naquela posição, ela tinha acesso a algo que pouquíssimas pessoas têm: a realidade financeira nua e crua de centenas de mulheres brasileiras.
O que ela viu a marcou de forma irreversível. Mulheres chegando à aposentadoria sem saber o que tinham, sem entender o próprio benefício que esperavam receber. Mulheres que, mesmo tendo dinheiro, foram ensinadas a não gastá-lo em si mesmas — porque alguém sempre dizia: "Para que você quer tanto dinheiro? Deixa de herança. Compra um apartamento para seu filho."
Mas a percepção mais profunda de Selma não veio de uma cliente. Veio dela mesma.
Ela se aposentou com uma renda boa. Com décadas de conquistas. Com uma bagagem técnica que poucas pessoas têm — Direito, Gerontologia pela UnB, Mediação de Conflitos, Constelações Sistêmicas, PNL, Comunicação Não Violenta, Master Trainer. E foi tomada pela depressão.
Não por falta de dinheiro. Não por falta de saúde. Mas pela sensação devastadora de ter tanto conhecimento, tanta experiência, tanto para oferecer — e se sentir impossibilitada de contribuir. Invisível. Descartada.
"Com o seu salário, podemos contratar três funcionários novos. É hora de se aposentar e descansar."
Ela entendeu então o que estava acontecendo. As reformas da previdência tinham mudado as regras. Mas a mentalidade de desvalorização da mulher que envelhece não acompanhou as mudanças. A sociedade continuou usando o manual antigo — escrito há quase 80 anos, para uma mulher de outro tempo. E nesse manual, a mulher madura perde valor. É convidada a recuar.
Enquanto a expectativa de vida aumentava, as empresas seguiam na direção oposta: descartando mulheres no exato momento em que estavam no auge da consolidação do seu conhecimento. E o contraste não poderia ser mais gritante — homens acima de 50 anos, na mesma empresa, eram promovidos a diretores e CEOs. A experiência deles era vista como ativo. A experiência delas, como peso.
Isso tem nome: etarismo feminino. E ele opera em silêncio, disfarçado de cuidado.
"Se eu — com toda a minha formação — passei por isso, quantas mulheres estão passando pelo mesmo sem ter nenhuma das ferramentas que eu tenho?"
Em vez de descansar, ela construiu. Somou 30 anos de visão privilegiada do sistema financeiro a toda a sua formação em Gerontologia, Direito, Mediação e Terapia Sistêmica — e criou o que não existia: um método completo que trata a aposentadoria feminina como ela realmente é. Não um fim. Uma estreia.
Formação
+30 anos no Banco do Brasil — gerente por mais de 20 anos, com passagem pela Direção Geral
Advogada — Ciências Jurídicas e Contábeis
Educadora em Gerontologia — Universidade de Brasília (UnB)
Terapeuta em Constelações Sistêmicas
Pós-graduada em Mediação de Conflitos
Mediadora no Tribunal de Justiça do Distrito Federal
Master Trainer — PNL e Comunicação Não Violenta
Especialista em Marketing Digital
A Missão
O que começou como uma necessidade pessoal — reconstruir a vida depois de ser descartada pelo mercado — tornou-se um método completo que já impactou dezenas de mulheres. A missão de Selma é garantir que nenhuma mulher 50+ precise enfrentar sozinha o que ela enfrentou.
"Somos as pioneiras do nosso tempo — uma geração que transforma maturidade em valor, protagonismo e visibilidade."
— Selma Serodio
Depoimentos
"Você salvou a minha vida financeira. Meu dinheiro estava sendo usado para os filhos — enquanto eu tinha que pedir o meu próprio dinheiro para eles, me justificando porque iria usá-lo."
Joana
"Quanto tempo perdi achando que já não tinha mais nada para fazer."
Dinorá
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